O DotLucene é um motor de pesquisa open source para .NET.
Entre outras aplicações este motor pode ser integrado num destop search engine como o do Google Desktop, X1, ou o Lookout para o Outlook.
Ainda não tive qualquer oportunidade de o experimentar, mas parece ser de utilização bastante simples.
O WiX é um conjunto de ferramentas desenvolvido pela Microsoft e disponibilizado sob uma licença livre, a Common Public License.
As ferramentas que o pacote inclui estão já bastante maduras e são orientadas principalmente a developers de ficheiros MSI com um sólido conhecimento da tecnologia Windows Installer. Na verdade, quando comecei a trabalhar com este conjunto de ferramentas foi difícil não estar constantemente a ir procurar informação ao Windows Installer SDK.
A minha primeira abordagem a trabalhar com este conjunto de ferramentas foi aquela que tenho reparado ser a mais comum: Fazer um MSI utilizando o Visual Studio 2003 e depois utilizar o decompilador incluido nas ferramentas (dark) para gerar um ficheiro wxs que pode ser compilado e linkado pelo compilador (candle) e o linker (light). Esta é uma técnica útil para quem pretende começar a se familiarizar com a semântica dos scripts WiX. Mas rapidamente verifiquei que com esta abordagem não chegaria onde pretendia chegar e é difícil progredir sem conhecer os internals da tecnologia Windows Installer, pelo que o meu passo seguinte foi familiarizar-me com o schema do WiX e estudar o Windows Installer SDK.
O projecto MSI original que fiz no Visual Studio 2003 era um Web Setup. Ao decompilar com o dark o MSI resultante, as acções correspondentes a montar a virtual directory se encontram encapsuladas num binário externo e que, em termos de script, resultam nalgumas dezenas de linhas de script, modificando tabelas do sistema e executando outras acções bastante cripticas.
Na verdade, o schema do WiX tem já incorporadas um conjunto de Custom Actions que automatizam e simplificam um conjunto de acções comuns em ficheiros de setup. Seguindo o schema é possível criar uma virtual directory ou um novo web site, com qualquer configuração que se pretenda através de um conjunto mínimo de instruções.
Portanto o meu conselho para quem pretenda comçar a trabalhar com esta tecnologia é o de se familiarizarem com o schema e com o Windows Installer SDK. A documentação do WiX não é muito exaustiva, à excepção do schema. Toda a restante documentação que necessitam encontra-se no SDK.
O Michael Swanson escreveu um artigo espectacular onde descreve a utilização de um device chamado Ambient Orb para dar visibilidade do resultado da última build.
Durante o TechEd 2004 em Amesterdão na semana passada, tive oportunidade de assistir a uma sessão do tipo "Birds of a Feather" (derivada do ditado popular norte-americano "Birds of a feather, flock together") sobre práticas de desenvolvimento de testes unitários e de como estas se integram no ciclo de vida do software. Para quem não conhece, estas sessões são semelhantes a debates moderados sobre um (pré-)determinado tópico. A audiência discute questões em torno deste tópico, trocando ideias e experiências práticas.
A sessão a que assisti foi moderada pelo James Newkirk, que foi um dos co-autores do NUnit v2.1 e do livro "Test-Driven Development in Microsoft .NET".
A sessão foi bloggada pelo Bejanmin Mitchel. Eu fiz também um post, no meu outro blog, onde descrevo os tópicos discutidos e exprimo também algumas das minhas opiniões pessoais sobre os mesmos (apenas em Inglês).
Saiu no MSDN um artigo da série BugSlayer sobre o FxCop.
O FxCop é uma ferramenta de análise estática de código. O artigo descreve um pouco a ferramenta e descreve como extender a ferramenta com assemblies com novas regras de análise do código.
Blog da equipa do FxCop.